Arquitectos Sem Fronteiras Portugal (ASFP) tem como objectivo, reunir arquitectos e outros profissionais, que queiram dar assistência voluntária, no campo do planeamento e do projecto arquitectónico da edificação, do urbanismo, do ordenamento do território e do meio ambiente, a povoações de zonas deprimidas, por condições naturais ou económicas desfavorecidas.
Associação dos Arquitectos Sem Fronteiras - Portugal (ASF-P). Constituída como pessoa colectiva de direito privado, de tipo associativo, e sem fins lucrativos no dia 29 de Maio de 2000, com estatutos próprios publicados em Diário da República, III Serie , suplemento, Nº 200 , a 30 de Agosto de 2000.
Resultados esperados: Algumas conclusões sobre a problemática do abandono do meio rural e produção de um documento que ateste o seu valor patrimonial como testemunho da arquitectura vernácula de uma região.
Publico alvo: Todos os sectores que queiram dar o seu contributo técnico, para a avaliação desta realidade de intervenção, e trabalho de campo nomeadamente Estudantes e profissionais arquitectura, história, antropologia, arqueologia, sociologia engenharia etc.
Numero máximo de participantes: 40.
Preço: É o preço de entrada no recinto durante os dias do Festival €10
Refeições e estadias: Não se encontram incluídas. Existe um parque de campismo gratuito e um hotel a 2 quilómetros.
Equipamento: Pede-se aos participantes se possível tragam máquinas fotográficas (de preferência digitais) e fita métrica.
Organização: Arquitectos sem Fronteiras Portugal (ASFP) - http://www.asfp.net
Colaboração: Rasgo, Associação teatral - http://trebilhadouro.com.sapo.pt, Câmara Municipal de Vale de Cambra, FModa, Zinidesign
Dia 23 Sexta (tarde)
14:00 Preenchimento de ficha Inscrição
14:30 Recepção dos participantes. Enquadramento histórico, problemática da aldeia do Trebilhadouro e objectivos do campo de trabalho.
15:00 Organização dos grupos de trabalho com respectivos monitores. Exercício/Jogo de integração e interacção.
16:00 Visita acompanhada à aldeia.
17:00 Discussão sobre os resultados do Jogo e reflexão sobre o território.
20:00 Fim da sessão/Jantar
Dia 24 Sábado (manhã)
10:00 Trabalho de campo com grupos: levantamentos métrico, fotográfico de casas e conjuntos, equipamentos (fontes, minas), infra estruturas de águas, caminhos e vegetação.
13:00 Almoço
14:30 Tema: a problemática das aldeias abandonadas, aferir a pertinência e realidades de uma intervenção.
14:45 Prof. Dr. Jacinto Rodrigues
15:00 Profª.Dr.ª Eunice Salavessa
15:30 Prof. Dr. Luís Ramos
16:00 Arq.º Paisagista João Nunes
16:30 Arq.º Miguel Reimão Costa
17:00 Mesa redonda. Discussão aberta a todos os participantes e à população em geral.
18:00 Discussão de resultados e introdução dos levantamentos em base digital . Reunião entre grupos de trabalho para programar os trabalhos do dia seguinte.
20:00 Fim da sessão/Jantar
Dia 25 Domingo (manhã)
11:00 Trabalho com grupos: Desenvolver um relatório com base nos levantamentos que permitam avaliar as necessidades de intervenção. Propostas em debate para intervenção na aldeia. Como recuperar a aldeia e para quê.
13:00 Almoço
14:30 Encerramento do Workshop